domingo, 1 de abril de 2012

Emílio Moura

Solidão, Solitude

Minha alma, súplice, procura
cingir a tua, mas em vão.

Tua alma, súplice, procura
cingir a minha, mas em vão.

Teu nome, agora, é solitude.
Meu nome, agora, é solidão.

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